
Estive Em Lisboa E Lembrei De Você, de Luiz Ruffato
Postado em SETEMBRO 14, 2009
Nesta terça-feira, Luiz Ruffato estará na Livraria Cultura para autografar o livro ‘Estive em Lisboa e lembrei de você’. Em mais um volume da coleção Amores Expressos, um dos mais bem sucedidos autores brasileiros contemporâneos revela sua mão segura e inventiva ao narrar a história de Serginho, mineiro desiludido com o casamento e a falta de emprego que decide se aventurar em Portugal, em busca de redenção financeira e, quiçá, amorosa.
Este evento acontecerá na loja da Companhia das Letras.
Autógrafos:Terça-feira, 15 de setembro às 19hLivro: ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ
Editora: Companhia das Letras
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP
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COMEÇAM AS PUBLICAÇÕES
Postado em OUTUBRO 13, 2008
Com o livro Cordilheira, de Daniel Galera, iniciam-se as publicações do projeto Amores Expressos.A seguir, sobre o lançamento, matéria de capa do caderno Prosa & Verso do jornal O GLOBO.
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Acabou a festa
Postado em JANEIRO 16, 2008
“Agradeço a participação do Cláudio, da Marília, da Bárbara, do Marcelo e demais.Dois acertaram: a Carol Bensimon e o Leonardo S.; estou em Sydney. Sabia que o Chardonnay seria uma pista escancarada demais.Pronto. Começo a postar sem embromação e cortarei os comentários a partir do próximo post (o e-mail seguirá disponível).Para ler todas as postagens, clique no arquivos, ali na direita”. Leia mais no blog do Paulo Scott.
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“ENCERRO MINHA VIAGEM PELO ORIENTE. SERÁ QUE COMEÇA A VIAGEM DO ORIENTE EM MIM?” por Antonia Pellegrino
Postado em NOVEMBRO 14, 2007
Eu queria que vocês soubessem que foram excelentes companheiros de viagens. Eu queria agradecer a cada um dos leitores que entrou nesse blog e fez dele um dos mais visitados do projeto. Saber disso foi um estímulo nos momentos mais difíceis. Embora eu não tenha podido conversar com vocês através dos comentários porque a internet aqui é muito ruim, eu sempre recebi cada palavra com grande carinho e alegria. Tenho muita coisa escrita que não veio pra cá porque talvez vá pro livro. E se eu pudesse pedir uma coisa a vocês, pediria que vocês fossem comigo até o final desse processo, lá quando o livro for lançado.[…]
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Boa tarde…
Postado em OUTUBRO 26, 2007
Também acho que dizer “que em nosso tempo os amores são descartáveis e de rápida fruição” tornou-se um lugar comum. Aliás, concordo com tanta coisa dita no site do projeto Amores Expressos que mal posso esperar pelo livro (ou serão livros?). Enquanto isso, vou acompanhando alguns dos blogs. Cheguei até aqui assim: do site Blônicas pulei para o blog do Antônio Prata e fui investigar que romance era esse do qual ele tanto falava. Gostaria de perguntar uma coisa: quem é o viajante do Brasil? Uma história de amor numa estrada poeirenta do Brasil também seria uma história e tanto.
Boa sorte na empreitada.
Carla
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trecho de “Diário da chuva em Baile Átha Cliath: Três” por Daniel Pellizzari
Postado em OUTUBRO 17, 2007
Um homem sério jamais descumpre promessas feitas em notas de rodapé. Não sou exatamente sério, mas por nutrir um grande respeito por notas de rodapé, arrisco um resumo impreciso da geografia dublinense:Por muito tempo, a cidade de Dublin esteve circunscrita a uma área delimitada por dois canais, partida ao meio pelo rio Liffey (squeezing the life out of the liffey, esse mesmo). Na parte sul, habitada de forma intermitente há dois mil anos, surgiram no século IX os primeiros assentamentos - um viking, outro gaélico - que originaram a cidade moderna. Quando os normandos conquistaram a cidade, quatro séculos depois, vários moradores de ascendência viking resolveram cruzar o Liffey e estabelecer comunidades independentes ao norte. Com o passar dos séculos, o norte também passou a abrigar esconderijos de piratas, asilos de leprosos, cemitérios de enjeitados sociais e, com o domínio inglês no século XVI e a transformação de Dublin em cidade colonial de elite protestante, parte considerável da população católica. […]Leia mais no blog do Daniel Pellizzari.
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ALGUMAS IMPRESSÕES SOBRE O SISTEMA DE CASTAS (I) por Antonia Pellegrino
Postado em OUTUBRO 15, 2007
Embora tenha sido legalmente abolido por Gandhi em 1947, na independência indiana, o sistema de castas existe. Entretanto, a primeira ministra do país veio de uma casta baixa. Isso é importante, revela que, da parte do governo, existe o desejo de, senão abolir o sistema, pelo menos conseguir relativizá-lo. Mas isso também parece um tanto óbvio, na medida em que deve ser muito difícil governar com os entraves que o sistema impõe. […]
Leia mais no blog de Antonia Pellegrino.
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O DIA MASTROIANNI
Postado em OUTUBRO 11, 2007
Editora Agir e a Livraria da Travessa convidam para o coquetel de lançamento do livro O DIA MASTROIANNI de João Paulo Cuenca. Quinta-feira, 11 de outubro, a partir das 19h na Livraria da Travessa - Rua Visconde de Pirajá, 572 - Ipanema.Às 23h59, no Cinematéque, começa a “Noite Mastroianni”, com o melhor da música de todos os tempos numa seleção dos discotecários Pedro Cassavas, Tomás Anselmo e convidados surpresa.Cinematéque - Rua Voluntários da Pátria, 53 - Botafogo.
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LACUNA INC. por Chico Mattoso
Postado em OUTUBRO 11, 2007
Dois meses depois da volta, achei que era hora de postar alguma coisa por aqui, quem sabe até para dar um fim decente a este blog moribundo. Cheguei ao Brasil e me ofereci quinze dias de quarentena, sem pensar em Cuba, em livro,
Quer dizer:
Mudando um pouco de assunto, gostaria de avisá-los que no próximo dia 16 lançarei meu primeiro romance, pela editora 34. O convite vai abaixo. Quem quiser aparecer será muito bem-vindo. Até.
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VALSA DO ADEUS por Sergio Sant’Anna
Postado em SETEMBRO 30, 2007
Já olho para as vistas e lugares tão belos de Praga com um olhar meio nostálgico, pois no dia 4 de outubro estarei voando de volta pra casa. Mas nos últimos três dias tive o prazer de ter aqui comigo o grande Tadeu Jungle, cineasta, fotógrafo, roteirista, diretor de teatro. Além de nos divertirmos bastante, como sempre acontece, quando dois brasileiros com afinidades se encontram no exterior, creio que foi feito um bom trabalho. Infelizmente não pudemos subir no balão, pois o tempo esteve miserável. Mas eu, prevenido, já subira antes e, feliz como uma criança, pude contemplar a velha cidade lá de cima. Em compensação, precisando voltar com Tadeu ao Novo Museu Franz Kafka, tenho a oportunidade de corrigir um erro grave que cometi no meu último post. A frase “Não importa o que fizer, você sempre estará errado” pertence ao romance “O castelo” e não a “Na colônia penal”. Nesta novela, está a frase que eu, na verdade, queria usar na epígrafe: “A culpa nunca pode ser posta em dúvida”. E nessa terceira visita ao Museu, ainda tive a oportunidade de reparar numa réplica do instrumento para execução de condenados na “Colônia”, que consiste num mecanismo em que o condenado se deita nu, de bruços, enquanto uma enorme agulha vai inscrevendo em seu corpo o seu suposto crime.
Em Praga, no estatuário, o sofrimento cristão está em toda parte. Mas fiquei feliz que Tadeu pudesse registrar o Cristo que tenho logo diante de minha janela, no quarto de hotel, diante da Charlus Most. Sua grande diferença, que logo me chamou a atenção, é que Ele, cercado por dois homens, médicos, acho, está com muito boa aparência, de rosto e de corpo. E está com um dos braços agarrando a cruz, com uma certa displicência - e me desculpem os cristãos fervorosos - que me lembrou um pouco um esportista. Da minha janela no Hotel Três
Avestruzes, posso ouvir também, enlevado, o gorjeio de aves que não gorjeiam como as daí.
Senti-me realizado, também, que Tadeu pudesse filmar a musa eleita para minha história: uma escultura de madeira, em frente ao Caffé de Lei. Trata-se de uma jovem bem moderna, com seios que aparecem sob a blusa, uma das pernonas de fora, o sexo velado, mas ostensivo, enfim, uma jovem que alegra o turista já meio cansado de terrores e crucificações. Se pudesse, eu a levaria comigo para casa, sentada ao meu lado no avião.
Falando em turistas, o curioso é que esses não fazem nunca o roteiro kafkiano, graças a Deus, se não teríamos japoneses fotografando todos os retratos, manuscritos, instalações, no Novo Museu; guias falando em diversas línguas, uma babel terrível que nem Franz seria capaz de prever. Talvez se possa inferir daí algum princípio de Literatura Comparada: Kafka não é para japoneses. Vou tentar conferir esse princípio, na primeira oportunidade, com o grande poeta nipônico Gozo Yoshimasu, meu colega no International Drinking Program, na Universidade de Iowa, EUA, em 1970/71.
Levei Tadeu ainda para ver o pintor eslovaco Vincent Hloznik que me fez, ou me destruiu de vez, a cabeça, com surubas desconcertantes, humanas e animalescas. Enfim, indescritíveis, mas suponho que vocês poderão ver os quadros no documentário do Amores Expressos, como também poderão ver a bela Alice, de Carrol, no cartaz do belo teatro de sombras, a que assisti, encantado. E devo explicar que todas essas coisas fizeram parte de minhas pesquisas de campo.
Enfim, no documentário haverá também uma outra Praga, em que habitam uns poucos marinheiros negros, que convidam os visitantes para passeios de barco no rio Vltava. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que são da Costa do Marfim, e marinheiros porra nenhuma. Estão assim trajados apenas como chamariz, e como nesta cidade quase não há negros, chamam a atenção à distancia. Mas um deles logo estava querendo cobrar uma grana para ser filmado. E seu argumento definitivo - para darmos no pé - foi: “Mas o Ronaldinho não cobra?”
O que me resta nesses últimos dias? Talvez volte ao pub Vodu, para tomar absinto, relembrando os tempos em que eu, Sartre, Simone, Boris Vian… E comer uma avestruz como ultima refeição. Sergio Sant’Anna - Praga, 30 de setembro de 2007.
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As novas viagens
Postado em SETEMBRO 5, 2007
Entre domingo último (dia 2) e terça-feira, mais quatro escritores iniciaram jornada no Amores Expressos. Lourenço Mutarelli embarcou para Nova York. Sérgio Sant’Anna, para Praga. Bernardo Carvalho viajou para São Peterbusrgo. Reinaldo Moraes foi para Cidade do México.
Recém-chegados às suas cidades de destino, os escritores ainda estão se adaptando ao fuso horário e às suas novas acomodações. Lourenço Mutarelli, o primeiro a pisar em terras estrangeiras, já nos presenteou, em seu blog, com um valioso registro: a foto de um esquilo yankee, pelo que parece.
Sérgio Sant`Anna nos deixou a par de sua programação cultural em Praga e fez um breve relato dos contratempos vividos pelo colega Bernardo Carvalho em Paris.
Para conferir na íntegra os textos de Lourenço e Sérgio, acesso os blogs dos autores.
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Amores Expressos - Novidades
Postado em SETEMBRO 1, 2007
No seu sétimo mês de vida, o Amores Expressos estréia seu novo site, com layout reformulado e várias novidades de conteúdo.
Nessa nova versão, contamos com um blog institucional para notícias sobre o projeto e seus autores. Além de espaço para vídeos e de minibiografia dos autores.
No período de abril a agosto, dez autores já completaram sua jornada. Agora, em setembro, mais quatro deles iniciaram novas aventuras. Por fim, em outubro teremos as duas últimas viagens.
Para acompanhar todas as viagens, acesse a área Autores.
Equipe Amores Expressos
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